sexta-feira, 4 de setembro de 2015 16 comentários

Ossos do ofício (ou o porquê de escrever)


Não há indicações de frases 
em lugar algum,
nenhuma senha, 

nenhuma passagem
a outros lugares onde 

a linguagem se faz
presente. Contudo 

sou simplesmente
uma pessoa 

matizada de palavras. 
Tudo há
de ser possível no escrito. 

E as palavras carecem
de ser despertas de seu sono de dicionários.



 
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